HISTÓRIA
GEOGRAFIA
GASTRONOMIA
FESTIVIDADES
LOCAIS A VISITAR
TURISMO ACTIVO
Observação de cetáceos
Mergulho
Passeios de barco a motor e a vela
HISTÓRIA
É ponto controverso a data do descobrimento das ilhas das Flores e do Corvo sabendo-se ter sido posterior às das restantes sete ilhas dos Açores. Afirma-se, porém, que em 1452 era reconhecida por Diogo de Teive e seu filho. Inicialmente denominada ilha de São Tomás ou de Santa Iria, em breve o seu nome é mudado para Flores, devido à abundância de flores amarelas (cubres) que revestiam toda a ilha, cujas sementes foram possivelmente trazidas da península da Florida, América do Norte, na plumagem de aves migradoras. O seu povoamento inicial é atribuído ao flamengo Wilhelm van der Haegen (Guilherme da Silveira) que, depois de alguns anos a abandona, indo fixar-se na ilha de São Jorge, decisão que se deveu ao afastamento da ilha e inexistência de ligações regulares por barco que permitissem a exportação da planta tintureira chamada "pastel" para a Flandres. Seguem-se, já no séc. XVI, agricultores de várias regiões do Continente que começaram a arrotear os seus campos produzindo trigo, cevada, milho, legumes e a explorar a urzela, líquen utilizado na tinturaria, e o "pastel". Nesse período recebem o foral de vila as povoações de Lages e Santa Cruz. Afastada das restantes ilhas do arquipélago, com poucos produtos para exportar, a ilha das Flores vive séculos de quase isolamento, interrompido pelas raras visitas das autoridades régias, de barcos de comércio do Faial e Terceira que vinham buscar azeite de cachalote, mel, madeira de cedro, manteiga, limões e laranjas, carnes fumadas e, algumas vezes, louça das suas cerâmicas e, em troca, deixavam panos de lã e linho e outros artigos e de navios que ali faziam aguada e compravam víveres. Este isolamento não evita que em 1587, seja atacada por uma esquadra inglesa que saqueia a ilha e que outros navios corsários e piratas um dos quais, conta a tradição se refugiou na gruta dos Enxaréus, a ataquem e pilhem. Os navios baleeiros americanos, que frequentam os Açores desde meados de séc. XVIII até finais do séc. XIX, caçam o cachalote nas suas águas e recrutam, entre a população, marinheiros e arpoadores. Muitos deles tornam-se capitães de veleiros merecendo destaque o "Wanderer" que, tendo navegado até 1924, foi considerado o mais belo baleeiro americano. O desenvolvimento da agricultura e da pecuária, a beneficiação das instalações portuárias, um aeroporto e a presença de uma estação francesa de telemedida são acontecimentos recentes, que abriram novos horizontes ao progresso da ilha.
GEOGRAFIA
Ilha de forma oval, com a área de 17,13 km2, tendo de comprimento 6,5 km e de largura 4km, é a mais pequena ilha do Arquipélago dos Açores. Constituida pelo
afloramento de um cone vulcânico tem a altitude máxima de 718 metros. Está situada a 31º 05’ de longitude oeste e 39º 40’ de latitude norte.
GASTRONOMIA
Caldeirada de Peixe
Queijo
FESTIVIDADES
FESTA DE NOSSA SENHORA DOS MILAGRES
Festa em homenagem à Padroeira da Ilha, aproveitada por cerca de quatrocentos "convidados" (mais do que a população da própria ilha) apreciarem as belezas e a quietude de viver naquela que é a parcela mais Ocidental do território Europeu.
Altura para apresentação da Filarmónicas local e realização de diversos concertos musicais destinados aos mais e menos jovens.
Localização: Vila Nova
Data: 15 de Agosto
Entidade responsável: Comissão de festas
FESTA DO ESPÍRITO SANTO
São festas comuns a todas as ilhas, embora divergindo em alguns pormenores de ilha para ilha e até dentro da própria ilha. Á volta de cada ilha todas as freguesias têm uma capela, chamada "Império", com a respectiva irmandade. São consideradas as festas religiosas mais características de toda a etnologia insular.
Localização: Todo o Arquipélago
Data: De Maio a Setembro, com especial ênfase no 7º domingo depois da Páscoa
Entidade responsável: Irmandades dos Espírito Santo
LOCAIS A VISITAR
CALDEIRÃO
Situa-se no Monte Grosso e caracteriza-se por ser uma cratera de um antigo vulcão que deu origem á ilha com 300m de profundidade e 2.400m de perímetro. no fundo encontram-se 2 lagoas de onde emergem pequenas ilhotas que muitos associam com o arquipélago.